Vejo uma rosa vermelha e lembro-me de você que partiu sem me dizer adeus, as rosas me recordam dias de felicidades que se foram junto com você naquela tarde de outono, as folhas secas sendo levadas pelo vento e junto das folhas algumas pétalas de rosas vermelhas que passavam sobre meus pés, até pareciam que elas sentiam a mesma dor que eu naquele momento; de você ficou a saudade, as recordações dos beijos ao lado da cascata enquanto o som das águas entoava bela melodia de serena reinando paz em nossos corações; quantas promessas de amor eterno você me fez, mas eterno mesmo ficou somente as lembranças que me deixastes; eterno é a saudade que machuca meu peito, é o pranto que derramo na solidão de meus dias. Hoje enquanto a primavera não chega, vejo as roseiras refazendo suas folhas e em breve aparecem seus botões multicores e entre eles destacam as rosas vermelhar que me traz tantas saudades! Poeta Violeiro
sábado, 24 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Que me venha esse amor...
domingo, 11 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
Rosa vermelha
Rosa vermelha que me encanta tanto; quando ainda menina eu queria ser como você, queria ter a sua delicadeza e na tua beleza imaginava ser uma princesa a espera de meu príncipe que vinha em seu cavalo branco; sentia suas pétalas em minhas mãos e na maciês de seu tecido eu voava livre em pensamentos, no teu perfume eu sentia o sabor da paixão que nascia em minhas entranhas e eu ali ficava com meus olhos fechados contemplando a tua energia; ah rosa vermelha que tanto me encanta... ainda hoje delicio o seu perfume e nos tempos idos eu volto a ser novamente aquela menina de outrora, nesses mesmo tempos idos eu recordo aquele amor que ficou e novamente sinto seu perfume e a maciês de tuas pétalas em minha mãos. Você rosa vermelha, deixou marcas profunda em minha vida e dessas marcas faço minha caminhada rumo ao infinito, de teu perfume tiro forças para vencer as pedras e barreiras impostas pelas tempestades da vida e como você é viva em vida caminho serena e segura rumo à felicidade! Poeta Violeiro
terça-feira, 6 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Momento de magia e amor
Num belo jardim de orquídeas te vejo entre as mais delicadas flores, com seu sorriso radiante você me espera; ao tocar a suas mãos com as minhas sinto-me fatigante, quero beijar-lhe os lábios e abraçar-te em silencio. Neste lugar perfumado onde a magia se espalha em meus braços te carrego admirando seus traços, na relva verde e macia te deito com delicadeza e amor, teus olhos brilham confundindo com o verde da relva e ao tocar seus lábios em um beijo sinto você suspirar fundo retribuindo meu abraço e teu sabor fica em meus lábios molhados de desejo; naquele jardim somente os pássaros são nossas testemunhas e naquele cipestre frondoso canta uma cotovia selando esse momento único e belo; entre os galhos o vento transforma-se em melodia e a brisa fresca no refrescam enquanto nos beijamos demoradamente. Como é bom te amar assim e sentir você tão próxima de mim, com o é bom sentir o sabor de seus beijos e o calor de teu corpo no meu, como é bom rolar com você na relva macia e te amar ouvindo a cotovia! P. Violeiro
sábado, 3 de julho de 2010
Beijo que jamais esqueço
Te vi passando na rua e com a delicadeza de uma Deusa sentia você volitar, como uma pluma que saboreia a liberdade ao sabor do vento você caminhava, teus pés delicados ao tocar o chão soava como uma melodia erudita suavizando o compasso do meu coração; teus cabelos negros soltos ao vento balançavam serenos, teus olhos marotos me seguiam e nos lábios seu sorriso marcante como o sol em uma manhã de primavera. Olhava-te com desejo observando teu corpo, a cada contorno e silhuetas eu me perdia em pensamentos, te acompanhava do outro lado da rua enquanto você olhava as vitrines talvez procurando a sua imagem refletida no espelho; teu perfume espalhava no ambiente e eu me deliciava com a fragrância, foi quando aproximei de ti e ofertei-lhe aquela flor, aquela rosa vermelha que selava nosso amor; aquele beijo que você me deu está em minhas lembranças, o sabor ainda se encontra em meus lábios, ainda sinto teus braços apertando-me e nos lençóis eu sinto seu calor me aquecendo mesmo estando ausente! Poeta Violeiro
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Rosa vermelha
A vida é como as flores, todas as manhãs se renovam e seus perfumes espalham-se pelo infinito, mais nada se compara a delicadeza de uma rosa vermelha que bem representa o amor; com seu perfume incomparável de doce sabor, tocar em uma rosa é como tocar a mão do Criador, suas pétalas são os lábios de uma donzela jamais beijada, trás o sabor da paixão e a luz de uma noite enluarada; é pura como o sorriso de uma criança que nos alegra a vida; é como o sol que todas as manhãs nos renova para mais um dia; é a essência superior universal que faz movimentar cada astro que compõem nosso mundo; é como uma fada que pode transformar em magia uma vida e dela fazer o mais belo conto; a rosa vermelha representa você que surgiu em minha vida como uma estrela surge na noite e mesmo entre nuvens trás sua luz até minha atmosfera interior; em teus lábios rosados vejo a mesma essência da rosa vermelha que me causa tanta admiração e que tanta vontade tenho de beijá-los! Poeta Violeiro
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Manhã cinzenta
Acariciei-te com minhas mãos e o vento soava deixando um calafrio na alma, meus lábios tremiam e como menino eu segurava suas mãos enquanto ouvia a melodia do vento; numa manhã cinzenta e escura de inverno o frio deixava rubro seu rosto discretamente despido entre um cachecol de um marrom opaco; acariciava-te para aquecer-lhe, mas sentia-me inseguro diante de você. Queria abraçar-lhe e proteger-lhe, mais me sentia impotente diante de ti que me olhava delicada e o vento insistia na melodia fúnebre daquele dia cinzento; acariciava-lhe as mãos e do bolso do velho casaco um lenço bordado com o seu nome eu enxugava-lhe os olhos que marejavam pelo frio e o vento que lhes tocavam. Acariciava-lhe apertando em meus braços, sentia-me pequeno diante de ti, mais me mostrava grande para lhe proteger, para lhe dar segurança e seu rostinho rubro eu agasalhada junto ao meu casaco enquanto o dia insistia em continuar frio e cinzento; acariciava-te em meus braços! Poeta Violeiro
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