Às vezes penso que as pessoas que passam pelas nossas vidas são dividas que contraímos pela eternidade dessas mesmas vidas; algumas pessoas nos deixam lembranças doces e outras lições amargas. Às vezes penso e ao pensar, vejo rostos estranhos nas mesmas faces conhecidas e por mais que tento entender meus semelhantes ficam lacunas imensas num vazio escuro; mais me encontro diante de pessoas estranhas que traz nas faces desconhecidas lembranças que me recorda algo desconhecido e ao mesmo tempo sinto-me tão próximo delas. Essas pessoas me fazem pensar que posso ter vivido em passados esquecidos pela alma, aventuras mutuas em complexidades e nas aventuras vividas podem ter deixados marcas de variadas lembranças pertinente ao presente que me esconde certas verdades! Poeta Violeiro
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
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