quinta-feira, 17 de junho de 2010

Fênex do amor

Como uma Fênex em meio ao fogo tu aparecestes em meu caminho, chegastes tão de mansinho iluminando meu caminhar, sob a luz de teu olhar eu caminhei sonhando, tua magnitude eu ia admirando como deusa em um altar; como o beija-flor que voa serena tu pairava em minha frente e eu ali, imóvel e pertinente glorificava tua luz. Que luz que brilha tanto que vem de teu olhar, nem mesmo a luz do sol é capaz de ofuscá-la! És a magia ínfima que vem dos planos mais altos, vens através dos ventos, contrastes sem desalento, vens para brilhar; és a flor vespertina que seu perfume exala nas madrugadas de luar; és o brilho sereno do diamante rude no seu habitat natural. Vem Fênex de ouro em meio ao fogo, traz-me seu sorriso divino que dos lábios doce de mel queira tu me beijar; vens com verde da esmeralda estampado em teu olhar. Vejo-te em minha frente com essa beleza reluzente, somente imóvel eu posso ficar, é à força de tua energia, feitiço que me faz sonhar! Poeta Violeiro

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