domingo, 9 de maio de 2010

Mãe...

Mãe... queria tanto poder te dizer palavras lindas nesse dia tão especial a todas a mães, mais te confesso nesse momento, que minha voz se torna embargada pela emoção; sabe mãe, recordo-me ainda bem pequenino em seus braços e você com todos os mimos me fazia dormir ouvindo suas melodias admiráveis de doces, por quantas vezes um simples soluço na madrugada e você lá estava me velando com todo zelo; fui crescendo e por muitas vezes você teve de dar uns puxões de orelhas, para que eu pudesse trilhar na vida de forma menos perigosa e a vida me fez homem e cá estou eu de longe te escrevendo essas linhas. Sabe mãe, sinto tanta saudade de minha infância quando ao teu lado eu vivia, nossa casinha simples, mais cheia de alegria e magia, recordo ainda o sabor da comida que você carinhosamente fazia todos os dias, parece até que sinto o cheiro do alho a fritar no velho fogão a lenha. Ah minha mãe, nesse momento as lágrimas descem em meu rosto e me impedem a digitar tantas coisas que queria te dizer; mais ainda posso te falar: Mãe... eu te amo tanto! Poeta Violeiro

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