Vejo o tempo correr sem que eu possa o fazer parar, na imensidão do futuro sinto que algo me falta a fazer para que eu possa morrer em paz, sinto que posso gritar e falar de amor, falar de vida, mas me sinto impotente diante do próprio tempo que passa correndo. Sinto que a cada minuto que passa minhas palavras se perdem ao vento enquanto eu poderia dizer ao mundo sobre o amor, esse amor que sinto no peito, amo sem condições nenhuma, somente amo; sinto aflorar em minh’alma esse sentimento gostoso, vejo meu próximo e já estou amando incondicionalmente, alimento de seus sorrisos e visto de seus olhares, sinto energias profundas que vem em minha direção transformando-me novamente em criança somente por amar, mesmo com minhas pernas trêmulas pelo cansaço da vida tenho vontade de correr e gritar que amo viver. No desconforto do fim da linha sei que tenho de descer na próxima estação, sinto que as palavras que transformei em poesias um dia serão úteis aos corações que ama como eu amei um dia! Poeta Violeiro
terça-feira, 20 de abril de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário