Meus olhos vagam entre o horizonte procurando vê-la no por do sol quando o Astro Rei deixa no céu rastros avermelhado de sua luz, mais na ilusão de meus pensamentos consigo ver anjos alados perdidos entre nuvens fosqueada pelo crepúsculo que cai saudando a noite singela; procuro vê-la pela manhã quando o mesmo Astro Rei vai surgindo clareando a colina ainda azulada pela escuridão da noite que despede-me convidando ao sono repousante; procuro vê-la nos meus sonhos mesmo ainda estando acordado sentindo o vazio de tua falta na cama fria; procuro-a por todos os lados, mas não a encontro a não ser nas lembranças do passado que ficaram gravadas em minha mente, daquelas noites de inverno quando ela dormia ao meu lado me aquecendo do frio, daqueles momentos felizes que na pracinha do bairro passeávamos abraçados, das flores que ofertava a ela colhida no canteiro disputando espaço entre as abelhas e beija-flores para enfeitá-la ainda mais aquele rosto belo de sorriso puro! Poeta Violeiro
quarta-feira, 14 de abril de 2010
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