segunda-feira, 1 de março de 2010
Devaneios de um boemio
Noites de soberana beleza entre estrelas e luar, o poente guarda um vermelho acinzentado deixado pelo Sol majestoso com seu calor divinal; boêmios bebendo ao som de musica romântica lembrando o amor que se foi levado por amante que nessa mesma noite de luar e estrelas embala com palavras doces a mulher de sua vida. Nas doses de bebidas o boêmio afoga as magoas sentindo a saudade doer como ferida aberta dilacerada pelo punhal da falsidade; na há como lutar pelo amor que se foi, mas entre as estrelas e a lua amiga fica saudade doída, pois nem houve despedida na calada da noite se foi nos braços do amante dividida por deixar para trás uma vida, que se morre aos poucos enquanto a lua vagueia seguida de estrelas que cintilam como lágrimas caídas do rosto desse boêmio. Ah... noite de luar prateado entre estrelas pequeninas refletidas nos olhos desse boêmio, derrame sua majestosa beleza fazendo dessa tristeza tornar-se folhas mortas ao vento, deixa o coração do boêmio isento dessa tristeza! Pta Violeiro.
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