segunda-feira, 1 de março de 2010

O poeta escrevendo sobre as vidas

Sob a ponta de uma caneta uma página em branco aguarda palavras enfileiradas separadas por vírgulas, espaços e pontos finais; obrigação de um poeta escrever a vida de tantas pessoas que esperam por palavras que confortam trazendo alegrias em momentos de dor. O poeta absolve nas ondas do vento poesias trazidas a léu, são palavras profanadas no silencio de uma angustia que muitas vezes judia e fere almas que calada sofre sem ter com conversar. Vai poeta, desliza sua pena orvalhada com a tinta da saudade, da dor, da felicidade, mas escreve com a alma deixando o coração expor seus sentimentos captados nas ondas do vento; transmita como se fosse seu deixando escorrer nos olhos uma pontinha de lágrima, molhe a página rabiscada por essa dor tão malvada que chega a seu coração, alivia a dor desse irmão. Mas se for felicidade que chega nas ondas do vento, grita bem alto esse momento que alegria lhe faz brilhar, a mesma ponta de lágrima que molhou a sua página pode lhe fazer sonhar! Poeta Violeiro.

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