segunda-feira, 1 de março de 2010
Homenagem a uma poetiza portuguesa
Sou o bronze que tine com o badalo do sino anunciando aos domingos à hora da oração, sou falcão peregrino voando nas cordilheiras, sou dó maior de um violão; no amor eu sou menino, quando apaixono ensino dengar um coração. Sou Condor com asas abertas planando sobre a floresta querendo somente amar, amar é minha sina, pois amo essa menina de terras tão distantes, pra vê-la tenho de atravessar o mar; você morena tão bela, olhos castanhos de donzela cabelos negros como noite sem luar, receba meus pensamentos que vai nas ondas do vento teu rosto querer beijar. Aqui registros os meus lamentos pelas vias do coração, um dia viajarei, novas terras conhecerei em ti eu hei de chegar, entre lindas melodias solados de violinos, taças cheias de vinho bailaremos até o dia raiar. Homenageio-te nas palavras desse poema, em prol de sua beleza majestosa delicadeza igual à flor de açucena, você mulher divinal escultura sintetizada na historia és imortal, és minha flor preferida, uma perola colorida Rainha do meu Portugal! Pta Violeiro.
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