quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Aceite-me como eu sou
Vejam-me como eu sou e não da forma que queira que eu seja, sou também um ser humano que trago comigo defeitos, tenho o direito de errar; vêem em mim somente meus delitos, mas também tenho qualidades, tenho um coração que guarda amor, que também sente vontade, vontade de abraçar e de ser abraçado, quero o bem a todo mundo e me desejam somente maldade. Porque será que a raça humana não tem sensibilidade de ver no seu semelhante uma imagem Divina, vêem somente o que trás de mazelas inquilinas; aqui somos todos iguais perante a vontade de Deus, caminhamos sempre no avante procurando a evolução, portanto, é muito simples de encontrar alguém menos sábio, assim como espelhamos naqueles que sobressaem nos conhecimentos da vida. De como eu cheguei ao mundo, já caminhei muito a frente, pois cheguei nu, sem andar e sem dizer nada, hoje porem falo de tudo, caminho e estou vestido enquanto vejo tantos mudos, andarilhos e aleijados que precisam ser amparados por mãos Divinas nesse mundo! Poeta Violeiro.
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