quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Como ave sem ninho
Queria eu nesse momento ter asas, voar ao vento igual a pássaro sem ninho, cruzar todas as fronteiras, vales, montes em seus braços cair devagarinho; com os pássaros não tem distância, eles voam, brincam como crianças soltos sem pensar no tempo, tempo que levaria pra a alcançar uma flor, pra oferecer ao amor que ainda não encontrou, mas sem perder esperanças. Voa pássaro amigo, voa cortando espaço deixa eu contigo voar para talvez encontrar nem que seja em outros braços, aquele amor que partiu, deixando-me tão sozinho, chorando, triste como ave sem ninho querendo recomeçar; talvez muito longe encontrar acima do equador, aquela mulher tão amável, com sorriso encantador, oferecendo-me seu amor pra de mim tirar a tristeza. Como o falcão das montanhas que nas correntes mais altas voam, atingirei as alturas para te ver minha flor, do alto contemplar seu amor nos jardins de terras estranhas. Voa... falcão voa! Poeta Violeiro
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário