domingo, 28 de fevereiro de 2010

Deusa do sol

Águas refletem o infinito, rolando sobre argilas e pedreiras entre obstáculos e a natureza murmura melodias altaneiras em sons majestosos de uma cristalina cachoeira; no idioma do universo diz em voz seresteira que o amor toca o peito de um poeta, que em momentos despertos sonha e remoe com saudade, desse amor que vive tão longe em meios a cidade grande onde o poema expande entre sons dos mais diversos, enquanto eu nas margens do riacho contemplo a divina esplendura das águas que rolam e murmura refletindo a imagem dela. Ah, que imagem mais bela de olhos negros encantadores, faces delicadas recheada com um sorriso tão lindo entre lábios aveludados surgem o branco esplendor de dentes perfeitos como o marfim de rara beleza, diamantes que brilha ao sol semblanteando uma deusa. A ti deusa do sol que brilha em minha vida como uma estrela caída das mãos dos deuses majestosos, receba nesse momento das mãos desse poeta, um simples rabisco de letras levando em palavras discretas o meu amor em sua vida! Pta Violeiro.

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