quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Detento da tal de liberdade

Manhã de domingo ensolarada, sem calor até um pouco frio, nos arvoredos as maritacas fazendo grande algazarra mostrando ser tão feliz; fico pensando na vida, as limitações que ela se impõe enquanto esses pássaros voam, cantam e até entoam eu aqui fico a sorrir de ver tanta liberdade nessas pequeninas aves enquanto eu atrás das grades sou detento da falta de liberdade; oh meu Deus... porque é assim! Nessa caminhada terrena somo todos responsáveis, por tudo que conquistamos, seja no amor ou seja na saudade; lutamos sempre sem mesmo saber quais são nossos objetivos, talvez buscando no ouro, no trabalho conseguindo luxo pra fazer nossos aplicativos; corremos a vida toda atrás dessas bobagens, quando chega nossa velhice encontramos-nos tão cansados, gastamos todos os aplicativos atrás da velha saúde decaindo passo a passo até morrermos igual criança sem saber o que esta acontecendo, voltando aos braços do querido Pai Eterno, enquanto o corpo volta a se transformar em matéria cósmica do universo! Poeta Violeiro

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