domingo, 28 de fevereiro de 2010
Devaneios de um pensador
Devaneios dilaceram sem piedade a alma do pensador enquanto caminha passo a passo pelos trilhos do tempo em busca daquilo que ainda não conseguiu definir, a brisa sopra de manso no rosto cansado e oprimido em pensamentos perdidos nos rosto que ainda não conhece, face meiga encantadora de menina trigueira jeito de mulher faceira sorriso irradia o amor, radiações de ondas sonoras de melodias da alma que emana na garganta ressecada pela dor; uma dor que corroi profunda sentindo vontade de deixar rolar no rosto as lágrimas de sangue derramada pela mesma dor. Como sofre o pensador! Pensando nessa criatura de bela estrutura como obra do autor do tempo, plastificada pela candura de caráter e formosura como pétalas de violetas de cores singelas, eis que é primavera estação de beleza majestosa com perfume de flor; pensante segue seu trilho obscurecido pelo escuro véu que cobre a imagem do amor que não tem idade e nem rosto pra se envolver, mas caminha suavemente, confiante, contente por ser um pensador! Pta Violeiro.
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