sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Meninice que não volta mais
Caminhando por entre a relva molhada de sereno da noite, molhando os pés com a seiva das flores recordando as boas coisas da vida, família, amigos e amores; lembro-me de minhas caminhadas buscando conhecimento da vida junto à escolinha de taipa e a professorinha que com sorriso singelo ensinou-me o B-A-BA, hoje do que aprendi nesse passado distante com letras emendadas quero homenagear, todos os mestres queridos que como filhos amados na pena ensinou-me pegar. Do pouco estudo que tive uma lição nunca posso esquecer, da voz suave da professorinha ensinando cidadania e educando-me para a vida um dia disse-me a sorrir: “Na vida só somos o que queremos ser, absolva minhas palavras e presidente de estado querendo você pode ser”; nunca mais esqueci essas palavras e a ela quero oferecer essas palavras em forma de poema agradece-lhes por eu saber escrever, pois foi com suas mãos perfumadas e meigas que ela ensinou-me a ser, cidadão desse País, Brasileiro até morrer! Poeta Violeiro.
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