sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Chamas entre cinzas

Amores vividos, amores perdidos, amores que se foram nas mãos do desgastes do tempo, amores que vivem lado a lado esquecidos pelo tempo, porem são chamas que vivem em brasa esperando que reacenda no fogo da paixão. Amores, amores! Amor que machuca por dentro fazendo no peito morada da solidão, enquanto durmo ao seu lado esperando por seus carinho, te ouço suspirando baixinho talvez mergulhada em sonhos enquanto estou no abandono. Meu peito queima feito brasa com vontade de te abraçar, mas o medo não deixa e eu viro pro canto; meus pensamentos vagueiam em lugares distantes, sonho acordado pensando em encontrar outro alguém pra que divida comigo a solidão que sinto, se encontrasse esse alguém dividiria meu leito, te abraçaria por inteira, trazia você junto ao peito, iria ouvir teu coração pulsar acelerado por estar acanhado enquanto espera por meus carinhos. A solidão é doída, machuca e fere os sentimentos, sentimentos do amor e da paixão enquanto espero um alguém para eu dizer “eu te amo”! Pta. Violeiro.

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