domingo, 28 de fevereiro de 2010

Contemplando as estrelas

Constelações de estrelas perdidas no céu azul, na amplidão do infinito enchem meus olhos de luz quando o Astro Rei se esconde privando-nos de sua luz; olhando o firmamento passo horas contemplando a beleza, são bilhares de pontos acesos nesse gigante em delicadeza parecem os olhos de Deus olhando sua criação dizendo a todas elas: _ Eis que lhe dou meu perdão! Entre estrelas que mudam de lugar cortando esse mesmo espaço contemplando a beleza infinita uma prece a Deus eu faço em agradecimentos a Ele por dar-me condições de vida, vivendo em união de todas as suas crias, entre animais de todas as espécies vivendo em plena harmonia; somente o homem é selvagem, que mata pelo dinheiro seus irmãos da mesma espécie levando famílias ao desespero, passando sempre por cima daqueles que menos tem, não pensam nunca que um dia estará todos plantados em baixo do mesmo chão. Quando o homem alcançar delicadeza e amor, em mundo mais avançados vão viver todos sem dor! Poeta Violeiro.

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