terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Liberdade, liberdade
Liberdade que tanto sonho, liberdade que tanto quero; mas que liberdade é essa que nunca tenho? Vivo em busca de liberdade achando que posso encontrá-la, mas onde estará tu oh liberdade? Venha viver ao meu lado pra mostrar os meus caminhos; venha viver junto de mim trazendo a paz ao peito, porque viver desse jeito sei que não conseguirei. Sinto-me preso ao mundo, ao lado de tanta gente e ao mesmo tempo tão sozinho, como um pássaro sem ninho a viver de déo em déo; cantando seus desatinos colhendo frutos pequeninos para não morrer de fome; assim também vou vivendo nesse mundo tão pequeno que me fizeste prisioneiro, prisioneiro de um alguém, que me machuca e me corroi, fazendo-me prisioneiro por muito te querer bem. Venha liberdade, me livrar dessas algemas, desses grilhões de saudades, dessa falta de coragem ou até de capacidade de querer e ser feliz; é com o coração partido que sigo a felicidade, uma segue sempre em frente, enquanto a outra fica presa nas grades dessa tão falada liberdade!
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