domingo, 28 de fevereiro de 2010

Sou poema sou poeta

Sou como flor de açucena de fragilidade medonha, não resisto a ferimentos de palavras obscenas, carrego no peito esse coração que sempre por alguém se apaixona, mas prefiro viver apaixonado do que viver magoado por sentimentos irônios. Um poeta vive a cada momento situações diferentes, vê em cada cena da vida poesias presentes, no rosto de uma bela mulher, nos cantos dos passarinhos, num canteiro de rosas vermelhas onde a cotovia faz o seu ninho; sou como um cutelinho que canta de galho em galho, voando daqui pra li sentindo o cheiro do orvalho procurando sempre um amor que possa me dar agasalho. A vida de poesias tem momentos felizes, momentos que levamos amor, outros nos levam ao deslizes quando sentimos na alma os corações infelizes. Quando vejo nas pessoas o sofrimento marcado procuro fazer um poema a esse peito magoado, quem sabe poucas palavras não trás nos lábios um sorriso no rosto que há poucos minutos estava de pranto molhado! Poeta Violeiro.

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