terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Na espera de um amor
Tenho brincado com a vida, com momentos, com partidas; sou como o pássaro que voa sem rumo sem eira nem beira, busco aventuras liberdades prazeres; sou como menino que chora que ri que namora, que corre em busca da vida nos arredores, nos meios por fora; sou como o cão que é amigo que corre, que pula, que briga na rua, mas que amo, sou companheiro, sou amigo, sou trigueiro... eu sou a vida! Amores que foram outros que vieram, alguns que ainda vem, sou o eterno enamorado que sofre calado, mas que busca na lua inspiração a poesias, para brindar esse amor que as vezes judia, mas que alegra e acaricia nas noites frias; as vezes um trago de um drink, uma bebida quente faz a gente esperar por aquele amor que se foi, ou por aquele que vai chegar. Sou esse homem que sente na alma a dor que fere, mas que também pode ser diferente sentindo o amor presente, em um momento de exultação sente bater o coração, que pula que brilha, parece uma corrente que vibra, sentindo a aproximação desse amor incandescente!
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