quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Adeus... adeus

Tentei viver de forma que não machucasse, mas encontrei resistência no amor que encontrei, disse que a amava por varias vezes falei, mas ela me esnobou quase não acreditei. Mas agora vejo a verdade e adeus a todos vou dizer, montado no lombo da vida terras estranhas vou conhecer; adeus mulher dos meus sonhos, adeus papai e mamãe, vou seguir o meu destino por caminhos incerto seguirei; vou procurar bem longe reconstruir a minha vida, talvez encontrar sem guarida outra que foi esnobada e nos braços da saudade dar a ela minha vida. Adeus terra querida, adeus capinas floridas, adeus escolinha de taipa que em meus primeiros dias de vida, ensinou-me a pegar na pena e rabiscar palavras queridas que jamais por onde eu andar será por mim esquecidas; adeus meu cavalo alazão adeus perdigueiro de caça, vou embora e não volto mais comigo vai meu violão pra nas horas de solidão com ele afogar minhas magoas, por que nas ondas do vento a ela vou mandar um recado falando do meu amor na forma de uma canção! Poeta Violeiro.

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