Sempre é muito bom ver pontos de vistas de outras pessoas a respeito de conviver, pois convivência não quer dizer só entre família, mas sim entre uma sociedade em geral. Dentro de casa junto da família, é o lugar que encontramos mais dificuldades de convivências, pois estamos lado a lado em todos os momentos, convivemos 24 horas por dia um ao lado do outro, isso nos permite ver todos os defeitos “dos outros”, mas nunca vamos enxergar os nossos defeitos; somos completamente cegos quando se trata de ver os nossos próprios defeitos. Mas também temos nessa vida um outro tipo de convivência que muitas vezes são verdadeiras escolas, a convivência com nossos relacionamentos de amizades; começamos uma amizade que no começo é linda, porque não conhecemos os defeitos dessa pessoa, logo mais, quando passamos a conhecer um pouco melhor, passamos ao nosso julgamento precipitado e então, vem a tona os defeitos dessa pessoa.
Mas quem de nós não tem defeitos? Quem somos nós para julgarmos os defeitos alheios? Onde está nossa autoridade em julgar os defeitos de qualquer pessoa que seja se nem mesmo Jesus foi capaz de julgar? Porque sabemos que Jesus não tinha defeito, era puro de coração; mas nós com nossos corações imundos de podridão estamos sempre dispostos a julgar as pessoas, principalmente aqueles que Deus colocou em nossos caminhos como amigos, justamente para que servissem de arestas para nosso orgulho desmedido, e então, ao invés de amar esses nossos companheiros de jornada terrena, vendo neles somente as qualidades, que sempre são bem maior que os defeitos, não; concentramos nossa atenção somente nos defeitos dessas pessoas, esquecendo de que nós temos o defeito bem pior do que o deles; o defeito do julgamento, por que Deus não nos deu essa autoridade para julgar ninguém!
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
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